Duas horas sobre ambidestria, tese de inovação, fluência em IA e espaço do problema aplicadas a um problema real seu, dentro da plataforma, no mesmo encontro.
Não é aula de ferramenta. São os conceitos que fazem a diferença entre inovar e produzir volume (outputs). Cada um aplicado ao seu caso específico.
O valor futuro de uma empresa é a eficiência operacional de hoje mais a exploração iniciada agora. Não é uma escolha entre as duas é sobre alocação.
Tese de investimento pergunta por lucro, valuation e retorno sobre capital. Tese de inovação pergunta por sobrevivência, novos canais e aprendizado tecnológico. Confundir as duas mata a segunda, sempre.
A promessa é velocidade, escala, reconhecimento de padrões e execução. O que muda o resultado é saber em qual dos três modos você está e o que cada um exige de você.
Tendências, necessidade do cliente, necessidade do negócio competem com design, arquitetura, teste e lançamento. O handoff aleatório cria um espaço e todo espaço vazio é ocupado para o bem ou para o mal.
Os conceitos vêm na primeira parte. Na segunda, você usa a plataforma para registrar um problema da sua operação, com apoio de quem está conduzindo. O registro fica na sua conta depois que a imersão termina.
O conteúdo é o mesmo. O que muda é de quem são os problemas que entram na plataforma na segunda metade.
Na turma fechada, os quatro temas são dados sobre casos da própria empresa — e o problema que entra na plataforma é um que o time já está tentando resolver.
As vagas por turma são poucas porque a segunda metade é individual — cada participante trabalha o próprio caso.